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Uma vizinhança que agrega muito ao valor do imóvel. Esse é o principal benefício que os shopping centers oferecem para quem tem uma moradia no entorno

Jorge Gauthier
jorge.souza@redebahia.com.br

Uma vizinhança que agrega muito ao valor do imóvel. Esse é o principal benefício que os shopping centers oferecem para quem tem uma moradia no entorno. Apostando nessa valorização, o corretor de imóveis Cosme Patricio Queiroz, 46 anos, comprou um apartamento no condomínio Horto Bela Vista, no Cabula, que tem como vizinho o shopping de mesmo nome.

“Comprei um apartamento de quatro quartos por R$ 430 mil, em 2008, quando o empreendimento foi lançado. Hoje, quatros anos depois, com o shopping entregue, já está valendo uns R$ 760 mil. Foi a melhor coisa que fiz. Só me arrependo de não ter tido mais dinheiro para comprar outro”, destaca Cosme. No caso dele, a valorização do apartamento foi de 76%.

Sócio-diretor da Brasil Brokers Brito & Amoedo, Claudio Cunha comercializa atualmente seis empreendimentos na capital baiana (Horto Bela Vista, Mondial Salvador, Salvador Prime, Le Parc, Manhattan e Alphaville), todos próximos a shoppings.

“Shopping centers são muito mais que locais de lazer. Esses centros comerciais oferecem serviços, médicos, restaurantes, supermercados, indicam tendências de comportamento e de moda e, em Salvador, como em outras capitais, são considerados um programa de família, tudo isso com segurança. Morar nesse entorno permite acesso fácil a todos esses benefícios, principalmente em uma cidade com trânsito difícil como em Salvador. Por isso, pessoas com diferentes perfis procuram por empreendimentos próximos a shoppings. Todo mundo gosta de conforto”, diz Cunha.

Renato Albuquerque, diretor de atendimento da Lopes Imobiliária Bahia, endossa  que o principal diferencial de um imóvel nas proximidades de um centro de compras é a comodidade da infraestrutura de serviços, perto de casa. “Empreendimentos em um raio de um quilômetro de shoppings tendem a valorizar, em média, 25% a mais que em outras regiões”.



Shopping Bela Vista é o novo vetor de valorização do Cabula

Referência 
Essa valorização, segundo Cunha, não acontece só em Salvador. “Esse fenômeno podemos observar em qualquer região do Brasil. Exemplo disso é o entorno dos shoppings Iguatemi e Ibirapuera, em São Paulo. E tem o Iguatemi de Salvador. Com mais de 30 anos de funcionamento, o Iguatemi daqui é um equipamento que puxou o crescimento da cidade para aquela direção.

Depois dele, o centro financeiro, que ficava no Comércio, se mudou para a região entre a Avenida ACM e a Tancredo Neves. O shopping até hoje é referência e atrai interessados para aquela área porque manteve um mix diversificado e atualizado.

Características 
O perfil dos clientes que buscam um apartamento no entorno de um shopping varia de acordo com o perfil e localização do empreendimento. “No caso do Salvador Shopping, por exemplo, o público, na maioria das vezes, é solteiro ou formado por casais jovens, de bom poder aquisitivo, que buscam um ou dois quartos, principalmente pela proximidade com a Tancredo Neves, onde a maioria deles trabalha. No caso do Bela Vista, notamos um público mais familiar, buscando unidades de dois e três quartos, e empreendimentos com estrutura completa, onde possam deixar seus filhos com segurança”, pontua Albuquerque.

O diretor da Brasil Brokers Brito & Amoedo explica que outro exemplo de valorização  é o entorno do Shopping Barra, que está sendo alvo de expansão. “O Shopping Barra, apesar de ter sido construído onde já havia moradia no entorno, resolveu o problema do tráfego no local e trouxe valorização crescente para os imóveis do bairro”.

Segundo ele, esta mesma valorização aconteceu na área do Itaigara. O shopping foi construído como um ponto de apoio quando um loteamento foi aberto naquela região para a construção de casas e de edifícios residenciais. “Até hoje, a região continua como uma das mais valorizadas”.

O entorno do Bela Vista, inaugurado no mês passado, teve também um boom de valorização. “Desde o lançamento do empreendimento até a inauguração, os imóveis residenciais daquela área valorizaram 90%. Esse potencial de valorização também está claro no grande número de shoppings que surgiram em Salvador nos últimos anos”, lembra.

“Hoje, temos nove grandes shopping centers na cidade e o Paralela já demonstra potencial para fazer a sua primeira ampliação, a fim de acompanhar o desenvolvimento do entorno, que recebe mais moradores a cada dia”, diz. 
Para ele, os novos vetores de crescimento da cidade são a BR-324 e o Litoral Norte. “Já espero o anúncio de um grande shopping na Estrada do Coco”.

 
 
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Fatores como garagem e infraestrutura têm ganhado importância na avaliação de casas e apartamentos

Quais os fatores que podem valorizar ou depreciar um imóvel, influenciado diretamente no preço do bem na hora de vender ou comprar? Localização, preço do metro quadrado, tamanho da área privativa incluindo vagas de garagem, estrutura de lazer do condomínio e infraestrutura do bairro onde está localizado são alguns itens levados em consideração na tomada de decisão. Outros elementos que precisam ser avaliados são as condições físicas do imóvel em relação à parte hidráulica e elétrica.

De acordo com Delano Andrade, gerente de vendas da imobiliária A Predial, a proximidade de estabelecimentos úteis à sociedade, como escolas, hospitais, igrejas e delegacias, podem valorizar ou degradar o bem, dependendo do perfil do cliente que deseja adquiri-lo.

Em termos gerais, porém, um imóvel recebe melhor avaliação quando localizado em uma rua com árvores ou mesmo com um jardim bem cuidado, que traz mais conforto térmico, atrai aves, embeleza o local e reduz o ruído. Por outro lado, poluição sonora, dificuldade de estacionamento ou insegurança são itens que depreciam o imóvel.

Acessibilidade

A acessibilidade é outro fator importante. Em Fortaleza, a chegada do metrô também trará impacto ao preço dos imóveis. Estações de metrô influenciam de forma positiva as áreas onde são instaladas, valorizando imóveis localizados em um raio de até um quilômetro das estações.

Delano Andrade chama atenção também para o padrão da construção e para o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da região onde está localizada a construção. "A princípio, o IDH era usado para medir apenas o índice de desenvolvimento dos países. Hoje também aplicamos (o IDH) à região onde o imóvel está inserido. No entorno da Praça Portugal, por exemplo, tem tudo o que se pensar. Em relação à mobilidade, pode se fazer tudo a pé. Sem a necessidade de deslocamento por meio de veículo", exemplifica.

Conforme o gerente de vendas, é preciso analisar também o potencial de desenvolvimento da área onde o bem está situado. "Atualmente, uma região que tem tendência a se valorizar por causa dos investimentos que vem ocorrendo no Porto do Pecém é Caucaia. Temos um empreendimento lá que foi vendido muito rápido", lembra.

Região promissora

O executivo antecipa que, de olho no potencial de mercado, o setor já está preparando um grande feirão de imóveis para aquela região. "O que mais vendemos no último feirão da Caixa foram unidades no condomínio Iriê. Eram imóveis pequenos, com área de 50 m², dois quartos, mas com ampla área de lazer e preços entre R$ 90 mil a R$ 105 mil. O condomínio fica a 800 m do centro de Caucaia".

Público alvo

Segundo Delano, "todo imóvel tem o seu público alvo". De acordo com ele, os requisitos que valorizam ou depreciam o bem variam de acordo com o perfil do cliente em cada fase da vida.

"Deve ser levado em consideração se ele vai comprar o primeiro imóvel, qual a idade dos filhos, se é o primeiro ou segundo casamento. Para quem não tem filho criança, mora sozinho, um empreendimento com grande lazer não interessa tanto. Mas, a região sempre influi muito", pondera. O revestimento do edifício, segundo ele, também influencia. "Há apartamentos no Meireles que não tinham revestimento cerâmico externo. Depois que foi colocado o revestimento, devido à região muito valorizada que ocupam, praticamente dobrou o preço do metro quadrado devido a aparência do imóvel", observa.

Vagas

O número de vagas de garagem também valoriza o empreendimento dependendo do público. "É muito crítico ter um imóvel que não comporte pelo menos dois carros. Hoje, a demanda já parte de três vagas. Duas vagas é o básico. Devido ao desenvolvimento do País e à facilidade de crédito, é comum hoje se ver dois a três carros numa mesma casa", ressalta.

Outro critério de valor é a tranquilidade da região. A depender do perfil do comprador, há quem prefira lugares mais tranquilos e mais distanciados da cidade ou de regiões turísticas como a beira mar e toda a orla marítima.

Em Fortaleza, Delano garante que dentre as regiões que tendem a valorizar mais estão áreas próximas ao Centro de Convenções e também ao Acquario. "A praia de Iracema, hoje desvalorizada, tende a revalorizar num futuro breve", prevê.

Dicas

Entre as dicas sugeridas pelo gerente de vendas na hora de escolher um imóvel, ele aconselha primeiramente a consulta ao próprio bolso. Ou seja, é importante comprar o que se terá condição de pagar. Outro quesito a ser considerado é a proximidade ao trabalho e a escola de filhos. "Isso é fundamental para ganhar mais tempo e não passar a maior parte da vida dentro do carro se deslocando", explica.

O lazer no próprio condomínio também virou requisito, na medida em que favorece a proximidade com a família e contribui com a segurança dos filhos adolescentes e jovens, evitando que eles saia para se divertir fora longe do condomínio.

ÂNGELA CAVALCANTE
REPÓRTER 

Fonte: Diario do Nordeste 

 
 
Sistema que reutiliza águas pluviais evita gastos desnecessários com água tratada
Reportagem RAFAEL MATHEUS
Edição BRUNO BAGGIO

Reaproveitamento
O reaproveitamento da água das chuvas pode gerar uma economia para o morador curitibano de mais de 30%. Em algumas instalações industriais, que utilizam grande quantidade de água não potável, esse número pode ser ainda maior: 70%. Desde 2003, vigora na capital paranaense a lei municipal 10.785, que institui medidas para orientar os usuários sobre a utilização consciente da água nas residências e obriga às novas construções a possuírem um sistema de reaproveitamento.

O sistema de reaproveitamento de água das chuvas consiste na captação nos telhados e armazenamento em uma cisterna. Além de gerar economia em termos financeiros, também é uma vantagem em termos ambientais, já que reduz consideravelmente a utilização dos recursos hídricos fluviais. Nos meses de outubro a março, quando o volume de chuvas tende a ser maior na capital paranaense, essa ação contribui ainda para a redução do risco de alagamentos.

O Purar, programa de conservação e uso racional de água nas edificações criado com a lei municipal 10.785, regulamenta que os projetos de engenharia devem prever alguns dispositivos economizadores de água, como vasos sanitários de volume reduzido de descarga, torneiras dotadas de arejadores, além de hidrômetro para medição individual da vazão de água no caso dos condomínios. Além dessas medidas e da captação de água pluvial, a lei determina o uso de águas “servidas” ou “cinzas”, que são aquelas já utilizadas nos chuveiros, pias de banheiros, tanques e máquinas de lavar roupa. Em vez de ir direto para a rede de esgoto, essa água é destinada a um reservatório específico para ser reaproveitada na descarga dos vasos sanitários. A prefeitura de Curitiba só concede alvará de construção se esses requisitos forem respeitados.

O professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da UFPR, Miguel Mansur Aisse, explica que esse sistema utiliza água menos nobre para fins menos nobres. A água potável, que passa por um tratamento complexo, é considerada de alto padrão. Não haveria necessidade de utilizá-la em todos os processos cotidianos. “O cidadão consome de 150 a 200 litros de água por dia. Quanto dessa água realmente precisa ser nobre? Três litros para beber, dez litros para trabalhar na cozinha, talvez para tomar banho. Por outro lado quantos litros são usados para fins não nobres, principalmente no vaso sanitário?”, questiona Aisse. Mas, segundo o professor, somente essa substituição de fontes não é suficiente, pois as pessoas continuariam gastando de forma excessiva. É necessária uma ação paralela de minimização dos gastos com água.

Pelo fato da captação ser feita nos telhados das residências, essa água pode ficar suja e contaminada. Por isso é necessário haver um filtro para que os resíduos sólidos sejam retidos. Ela deve ser utilizada para fins não potáveis, como descarga de vasos sanitários, irrigação de jardins e lavagem de carros, roupas e calçadas. O bancário Rodrigo Cereda, que se mudou há um ano para uma casa que possui esse sistema, recomenda o uso para outras pessoas, pela economia que gera e por exigir pouca manutenção. Apenas o custo de implantação é considerado alto. Hoje em dia está em torno de seis mil reais. Cereda afirma que se é uma lei e a instalação é obrigatória nas residências, a Prefeitura deveria subsidiar esse valor.

A Irrigarden, empresa que trabalha com o reaproveitamento de água da chuva em Curitiba desde que a lei foi implantada há oito anos, instala entre 15 e 30 sistemas por mês. A procura é grande atualmente, segundo Joana Schimitt, que trabalha na área comercial da empresa. “Primeiro é preciso ver as condições do terreno. O mais comum é instalarmos em construções, pois no caso de se fazerem adaptações em residências já construídas o custo é bem maior e as pessoas geralmente não querem mexer em mais nada”, afirma. Para uso interno, a tubulação que levará a água para o vaso sanitário ou para a máquina de lavar roupa deverá ser separada da rede hidráulica normal. Quando a água é usada fora da residência, Joana também recomenda que as torneiras sejam identificadas e de uso restrito, com um mecanismo que não permita que qualquer pessoa possa abrir e fechar, para não correrem o risco de consumi-la.

O professor Aisse também tem orientado muitos alunos do curso de Engenharia Civil em trabalhos que incorporam esses conceitos em edificações. “A Universidade se preparou e está treinando e preparando os alunos do curso para essa realidade, ajudando a sociedade a conduzir seus projetos, que são novos ainda”, garante. Para ele, os prédios públicos têm que dar o exemplo, como é o caso do novo edifício do Instituto Federal do Paraná (IFPR). Ele lembra que grandes empreendimentos voltados ao esporte, como prédios olímpicos, também estão trabalhando com esses sistemas.


Fonte: http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/10375 

 
 
É muito fácil para construir seus próprios barris de chuva a partir de tambores plásticos ou latas de lixo. Encontre um barril usado com os gerentes de lavagem de carros (que compram sabão e cera por barril). Se você não conseguir encontrar um recipiente do seu gosto, comprar um balde de lixo.

Coloque o tambor perto de uma calha, furar um buraco na lateral próximo ao fundo e trocar uma válvula de drenagem. Isso é uma instalação boa, se você planeja executar uma mangueira giratória para o seu jardim. Mas se você quiser usar uma varinha ou um bico de pulverização, você vai precisar elevar o barril em um suporte para a pressão de mais água. A água é pesada (55 litros pesa 440 lbs.), Portanto, use 4x4 madeira tratada para as pernas e tudo mais seguro com parafusos de construção ou defasagens de aço inoxidável. Mas não coloque o suporte em chão macio. Você poderia matar alguém, se a plataforma tombar. Se você tem grandes jardins e deseja armazenar mais água, duas vezes o tamanho do estande e adicionar um segundo barril.

Cortar furos nos fundos dos barris com uma serra copo 1.1/2". Em seguida, fixe os adaptadores com flange de 50mm. Coloque uma camada fina de silicone para calafetar os adaptadores com flange de PVC. Use cola em todas as junções dos canos com as conexões. O uso dos redutores e válvulas são para permitir maior pressão em conjunto com a altura que serão instalados os barris. O tubo extra que está na figura um serve como ladrão para escoar o excesso de água onde você quiser.

Finalmente, cortar um buraco em uma das capas e montar uma tela para filtrar folhas e detritos. Depois é só esperar a próxima chuva.


Ferramentas necessárias para este projeto

Reúna as ferramentas necessárias para este projeto antes de começar, economize tempo e frustração.

Furadeira
Serra copo 50mm

barril com tampa
madeira tratada e parafusos de aço inoxidável, para construir um suporte para elevar a chuva
Cola para tubo PVC
3 adaptadores PVC com flange de 50mm
3 joelhos PVC 50mm
1 tee redução 50x25mm
1 tee 25mm
2 joelhos 25x3/4
2 torneiras para jardim 3/4
*1 metro tubo PVC 25mm
*2 metros tubo PVC 50mm

*Esta quantidade pode variar de acordo com seu projeto.

Fonte: Esqueci de anotar a fonte, conteúdo a partir de uma figura recebida no FACEBOOK
 
 
 
 
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Quanto tempo demora?
O tempo de duração da solicitação do financiamento, desde a primeira simulação realizada no banco até a liberação dos recursos ao vendedor do imóvel, varia para cada instituição financeira. Em média, no entanto, são necessários de 30 a 45 dias para a finalização da operação. Em alguns bancos, o processo pode ser finalizado em 15 dias, embora isso seja mais raro de acontecer. E em outras instituições, por outro lado, a liberação dos recursos demora e pode levar mais de três meses.


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Por onde começar?
O economista José Pereira Gonçalves, especialista em mercado imobiliário, orienta que as pessoas realizem simulações em três ou quatro instituições distintas. Muitas vezes, elas oferecem esse serviço em seus sites. Com o levantamento em mãos, você terá como saber o valor máximo que será financiado e o quanto você terá que dar de entrada.

Dica: Faça uma simulação no banco em que você é cliente, pois a instituição já terá, em princípio, a partir do seu cadastro, um conhecimento sobre a sua renda. Mas nunca fique restrito à instituição onde você é correntista, pois outros bancos podem oferecer mais vantagens. 

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Aprovação do crédito
Depois de feita a pesquisa inicial, você pode ir a uma agência bancária para começar a primeira etapa da contratação de um financiamento: a aprovação do crédito.
  • Facilidade: Este procedimento costuma ser bastante rápido - em algumas instituições, a aprovação pode ser feita na hora!
1º passo: O agente bancário faz uma nova simulação do futuro financiamento;
2º passo: Caso o cliente queira solicitar a aprovação, algumas documentações são exigidas, como contracheques para comprovação de renda, histórico do cartão de crédito, comprovantes de outros investimentos ou outros documentos que o banco pedir;
3º passo: O agente bancário também verifica a situação do cliente junto a instituições financeiras como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), Serasa e Sistema de Informações do Banco Central (Sisbacen) e confere se há algum impedimento para a liberação do crédito;
4º passo: Depois de ter a aprovação, o cliente tem um prazo específico determinado pelo banco para entregar a documentação referente ao comprador, ao vendedor e ao imóvel. Essa etapa faz parte da contratação do financiamento. Confira abaixo em detalhes. 

Em algumas instituições, até a aprovação do crédito, não é necessário que o comprador já saiba qual imóvel será financiado. O crédito aprovado pode, inclusive, ser uma vantagem na hora da negociação junto ao vendedor
Contratação do crédito
Esta é a etapa final para obter o crédito imobiliário e tem início com a entrega de toda a documentação. Saiba o que acontece:
1º passo: Com a documentação entregue pelo cliente, o banco dá início à análise jurídica de todos os documentos;
  • Veja aqui a documentação básica exigida;
  • Dentre os documentos, os bancos exigem uma avaliação do imóvel feita por um engenheiro credenciado ao banco, que determina o seu valor de compra e venda. Os custos desta avaliação são do cliente que solicita o financiamento.
2º passo: Se não forem encontradas restrições com os documentos, os contratos são redigidos;
3º passo: O comprador é chamado, então, para a assinatura dos contratos;
4º passo: Depois da assinatura na agência bancária, o cliente leva os contratos para o Registro de Imóveis;
5º passo: O comprador leva, então, os contratos registrados para o banco, que poderá efetuar o pagamento do vendedor do imóvel.

Depois de 30 dias da assinatura do contrato, o comprador recebe a primeira prestação do financiamento.

Fonte: penseimoveis.com.br
 
 
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Atualmente, entre os imóveis mais lucrativos e procurados estão os comerciais, industriais e apartamentos de até dois dormitórios

Com as recentes reduções da taxa básica de juros, a valorização do dólar frente ao real e as turbulências causadas pela crise econômica na Europa, quem poupa precisa rever seus investimentos. Aplicar as economias em imóvel segue uma boa opção pela tendência do bem em valorizar a médio e longo prazo, além de render com o aluguel. A facilidade no crédito e a estabilidade da demanda no Médio Vale, em Santa Catarina, por locação tornam a alternativa interessante. Mas antes é preciso pesquisa, cautela e colocar os custos de manutenção na ponta do lápis para que o investimento não se torne prejuízo. Hoje, entre os imóveis mais lucrativos e procurados estão os comerciais, industriais e apartamentos de até dois dormitórios.

"Imóveis sempre serão um bom investimento a longo prazo com uma boa rentabilidade, principalmente na compra de apartamentos adquiridos na planta ou em fase inicial de construção", aconselha o economista Marcelo Viana Custódio, delegado regional do Conselho Regional de Economia.

O economista e coordenador do curso de Economia da Unidavi, Luiz Alberto Neves, reforça que o cenário econômico turbulento pode trazer vantagens aos investidores de imóveis, considerando o baixo rendimento da poupança, a crise financeira na Europa além do real desvalorizado. "A queda nos juros e a facilidade de crédito por incentivo do governo facilitam a aquisição. E até pode acontecer do imóvel desvalorizar, mas é muito raro", afirma Neves.

A oferta de residências para alugar continua acima da procura, mas ainda assim a demanda é grande, avalia Rogério Patrício, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais de Blumenau e região (Secovi Blumenau). Patrício credita a procura principalmente ao crescimento das empresas e universidades, que estimulam a vinda de novos moradores. O presidente lembra que o aluguel é a saída para quem quer ficar na cidade, mas não sabe durante quanto tempo.

Quase um quarto dos domicílios blumenauenses são alugados

Em Blumenau, a preferência pelo aluguel aumentou. O Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 mostra que o número de domicílios alugados (o que inclui apartamentos, casas e quitinetes) representa quase um quarto do total na cidade. O crescimento dos aluguéis foi de 93% em 10 anos. Os domicílios próprios (somando os financiados e os já quitados) aumentaram 20,6% no mesmo período, mas ainda são maioria.

Se antes a preferência por locação era quase exclusiva na região central, hoje há procura também nos bairros. Com a expansão das empresas fora do Centro - e a vida própria que as regiões estão criando -, quem quer investir deve pensar também nas localidades mais afastadas, avalia Soraia Vasselai, delegada da regional de Blumenau do Sindicato dos Corretores de Imóveis de SC. Para morar, a principal opção é de apartamento. Mas também há procura por imóveis comerciais e industriais.

Fonte: Revista Pense Imóveis 

 
 
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O Fundo Monetário Internacional (FMI), em relatório divulgado na última sexta-feira, afirmou que o crédito no Brasil cresceu rapidamente nos últimos anos, mas os empréstimos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) estão diminuindo desde 2008 e deve continuar relativamente baixo em relação aos padrões internacionais. O documento aponta que a concessão de crédito ao consumidor tem aumentado fortemente, o que corresponde hoje a 46% do total, contra 23% em 2002. Diante deste avanço, o Fundo alerta para o endividamento dos consumidores, que excede 40% da renda.

O FMI destaca ainda os empréstimos imobiliários para a baixa renda e a forma de concessão, questionando se essas famílias conseguirão quitar as dívidas. "Vejo que o FMI está fazendo esse alerta para o futuro, pois está comparando com o que já aconteceu nos Estados Unidos e na Europa. Aqui no Brasil, os empréstimos imobiliários respondem por apenas 5,5% do PIB, mas nos Estados Unidos, em 2008, o nicho também era pequeno e quando estourou a crise da dívida imobiliária, nem US$ 3 trilhões ajudaram e vários bancos quebraram", explicou Manuel Enriquez Garcia, presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon) e da Ordem dos Economistas do Brasil. Apesar de o número ser baixo, Garcia diz que a política deveria ser modificada. "O governo não está dando ênfase ao investimento público e o privado está reduzindo porque a expectativa com o futuro está cada vez pior. Ao invés de estimular a poupar, o governo incentiva a gastar e é isso que chama a atenção do FMI". A falta de estímulos à poupança está preocupando diversos economistas desde o início do ano. "O que cria riqueza ao país é o investimento. Alavancar os gastos só é bom no curto prazo", conclui.

De acordo com Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, este ponto ainda não preocupa a economia brasileira. Para ele, antes de os consumidores de baixa renda deixarem de pagar o imóvel, eles vão parar de pagar outros bens, como os carros. Isso já vem acontecendo, com alguns deles tendo que devolver o veículo, mas é pontual. "Um fato que prejudicaria o setor imobiliário seria o aumento do desemprego. Por enquanto, o crédito imobiliário é muito baixo e os bancos são criteriosos, não dão crédito a qualquer pessoa, como foi nos EUA", ressalta o economista. No entanto, Vale aponta para possível afrouxamento por parte dos bancos públicos, que estão afoitos em estimular a economia. "No futuro, isso pode acontecer. Sempre acreditei que uma crise possível no Brasil viria do afrouxamento da regulação bancária, mas ainda estamos longe de qualquer coisa parecida com isso", completa.

Já a sondagem feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) sobre o mercado de crédito é positiva. A entidade antecipa os resultados que serão anunciados pelo Banco Central nesta quinta-feira. Segundo a Febraban, se os números se confirmarem se poderá indicar que o esperado processo de retomada da economia já está em andamento. A Federação mostra que o crescimento dos empréstimos para pessoa física deverá ser 1,2% em junho, em relação a maio. Já em relação à pessoa jurídica, a alta alcançará 2,7% na mesma base de comparação.

Fonte: Brasil Econômico

 
 
SÃO PAULO – A AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências) contatou que as construtoras estão, de forma indevida, corrigindo parcelas intermediárias da entrada do valor do imóvel, o que é uma prática ilegal.

Para facilitar o pagamento da entrada do imóvel, as construtoras facilitam a vida dos compradores dividindo o valor em parcelas intermediárias até a entrega das chaves ou a liberação do habite-se. Entretanto, exigir atualização monetárias das parcelas é uma prática ilegal, conforme prevê a Lei 4.864/65.

Juros ilegais
“É ilegal haver a cobrança de juros remuneratórios e atualizações pelo INCC - Índice Nacional de Custo da Construção em cima do valor das parcelas intermediárias”, pontua o assessor jurídico da AMSPA, João Bosco Brito da Luz.

Luz explica que qualquer tipo de correção só pode ser feita a partir da entrega das chaves ou expedição do habite-se. Ai sim as prestações e o saldo devedor podem ser corrigidos, pelo índice eleito no contrato. “Além disso, há a incidência de juros remuneratórios conforme determinado no contrato, geralmente gira em torno de 1% ao mês”, explica.

O que fazer?
Em casos de correções indevidas, a recomendação é que o mutuário opte, a princípio, por tentar entrar em um acordo com a construtora. Procurar a justiça deve ficar como segunda opção.

“É importante que o comprador conte com apoio da associação dos mutuários para negociar com a incorporadora para que não seja enganado por justamente ser leigo no assunto. Se a conversa não surtir efeitos, o que resta ao adquirente é entrar com uma ação no Poder Judiciário pedindo de volta o valor cobrado a mais nas prestações”, ressalta.

Financiamento durante a construção direto com banco
Para quem pretende fazer um financiamento no período da construção, direto com o banco, terá algumas desvantagens devido a algumas cobranças. A associação explica que, nesse caso, a construtora pode repassar para o comprador todos os encargos cobrados pelo agente financeiro.

Entre os tributos cobrados estão a correção monetária do saldo devedor, os juros remuneratórios, os seguros, a taxa de administração e a taxa de risco de crédito. Por outro lado, a "Taxa de Obra” não é de responsabilidade do mutuário, que pode se recusar a pagar caso cobrado.

Essa é uma taxa que a “CEF – Caixa Econômica Federal cobra de algumas construtoras que são inadimplentes”, alerta o assessor jurídico da AMSPA. “Uma coisa é a obra ser financiada pelos próprios compradores e outra é ser financiada por banco. Quem é esperto não compra imóvel já com financiamento bancário. Na obra financiada por banco prevalece o contrato do agente financeiro sobre a construtora e esta repassa tudo para o comprador, até mesmo encargos que a instituição financeira não cobrou”.

Por isso para não ter surpresa durante o financiamento Luz aconselha ao futuro mutuário que antes de assinar o contrato consultar a associação, que conta com advogados especialistas na área levando ao profissional a minuta do contrato.

“Fora disso, ele deve obter certidão do registro de imóveis para saber se o empreendimento está devidamente regularizado com a incorporação averbada, certidões de cartórios de protestos (dos foros cíveis e criminais), tanto da incorporadora como da construtora como pessoas jurídicas e, individualmente, de seus sócios que o comprador pode saber quem são por meio de um "breve relato" da Junta Comercial.

Por fim, procurar saber quais são as obras que a construtora já fez na região, se foram entregues em dia, se todas foram bem construídas e quais as reclamações que existem dos compradores, principalmente pedindo ao advogado que verifique o que existe contra a construtora nos foros judiciais” explica.

Fonte: http://www.infomoney.com.br
 
 
Apesar de ser um benefício para os herdeiros, a herança, muitas vezes, dá mais dor de cabeça do que qualquer outra coisa. Além de o processo burocrático ser longo, as despesas são ainda mais penosas.

Confira as dicas para evitar dores de cabeça.

Passo a Passo 

1- Doação

Para fugir de uma herança ruim e de um possível inventário, o mais indicado é que o parente com bens faça uma doação em vida.

2- Venda antecipada

É preciso, no entanto, se resguardar de problemas como a venda antecipada do imóvel, fazendo uma reserva de usufruto vitalício. Ou seja, o imóvel somente passará para o herdeiro após o falecimento do proprietário.

3- Investimentos

O dinheiro gasto para fazer a doação em vida é mais ou menos o mesmo do inventário — 4% de ITCD, honorários advocatícios que dependem de cada caso e 2% para o usufruto — mas a garantia de tranquilidade compensa.

4- Testamento

Também é possível fazer um testamento em cartório. No entanto, apesar de minimizar brigas entre os herdeiros, este não desobriga a família de fazer o inventário.

5- Divisão

Se já é tarde demais e o jeito é dividir a herança da maneira mais tradicional, lembre-se de que o prazo máximo para dar entrada no processo é de até 30 dias após o falecimento do parente. Se esse período for ultrapassado, será cobrada uma multa.

6- Cartório

Se não houver menores ou incapazes envolvidos e nenhum litígio, os herdeiros precisam levar o atestado de óbito, a relação de herdeiros e a divisão dos bens (partilha) ao Cartório de Notas.

Fonte: Extra explica
 
    Imobiliárias Net

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