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Atualmente, entre os imóveis mais lucrativos e procurados estão os comerciais, industriais e apartamentos de até dois dormitórios

Com as recentes reduções da taxa básica de juros, a valorização do dólar frente ao real e as turbulências causadas pela crise econômica na Europa, quem poupa precisa rever seus investimentos. Aplicar as economias em imóvel segue uma boa opção pela tendência do bem em valorizar a médio e longo prazo, além de render com o aluguel. A facilidade no crédito e a estabilidade da demanda no Médio Vale, em Santa Catarina, por locação tornam a alternativa interessante. Mas antes é preciso pesquisa, cautela e colocar os custos de manutenção na ponta do lápis para que o investimento não se torne prejuízo. Hoje, entre os imóveis mais lucrativos e procurados estão os comerciais, industriais e apartamentos de até dois dormitórios.

"Imóveis sempre serão um bom investimento a longo prazo com uma boa rentabilidade, principalmente na compra de apartamentos adquiridos na planta ou em fase inicial de construção", aconselha o economista Marcelo Viana Custódio, delegado regional do Conselho Regional de Economia.

O economista e coordenador do curso de Economia da Unidavi, Luiz Alberto Neves, reforça que o cenário econômico turbulento pode trazer vantagens aos investidores de imóveis, considerando o baixo rendimento da poupança, a crise financeira na Europa além do real desvalorizado. "A queda nos juros e a facilidade de crédito por incentivo do governo facilitam a aquisição. E até pode acontecer do imóvel desvalorizar, mas é muito raro", afirma Neves.

A oferta de residências para alugar continua acima da procura, mas ainda assim a demanda é grande, avalia Rogério Patrício, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais de Blumenau e região (Secovi Blumenau). Patrício credita a procura principalmente ao crescimento das empresas e universidades, que estimulam a vinda de novos moradores. O presidente lembra que o aluguel é a saída para quem quer ficar na cidade, mas não sabe durante quanto tempo.

Quase um quarto dos domicílios blumenauenses são alugados

Em Blumenau, a preferência pelo aluguel aumentou. O Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 mostra que o número de domicílios alugados (o que inclui apartamentos, casas e quitinetes) representa quase um quarto do total na cidade. O crescimento dos aluguéis foi de 93% em 10 anos. Os domicílios próprios (somando os financiados e os já quitados) aumentaram 20,6% no mesmo período, mas ainda são maioria.

Se antes a preferência por locação era quase exclusiva na região central, hoje há procura também nos bairros. Com a expansão das empresas fora do Centro - e a vida própria que as regiões estão criando -, quem quer investir deve pensar também nas localidades mais afastadas, avalia Soraia Vasselai, delegada da regional de Blumenau do Sindicato dos Corretores de Imóveis de SC. Para morar, a principal opção é de apartamento. Mas também há procura por imóveis comerciais e industriais.

Fonte: Revista Pense Imóveis 

 


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